Março, 11 de março (mais precisamente) e eu escrevendo o primeiro texto do ano. Não era bem esse meu objetivo, mas enfim...
Ano novo, vida nova! De fato. Eu nunca havia passado por tantas novas experiências, novos sentimentos em tal curto período de tempo.
Hoje, após uma ótima aula de Antropologia Filosófica ( isso não foi uma ironia, eu adoro mesmo), falando sobre a espécie humana, seu auto-conhecimento e amadurecimento, passei a refletir sobre o que eu já tinha vivido este ano. Senti coisas que eu nunca havia sentido, tive experiências que nunca havia tido, vivi, falei e fiz coisas que jamais imaginei fazer. Em algumas errei, em outras acertei, mas em todas aprendi. Acho que é isso que vale, como diz Natirruts "Cresça, independente do que aconteça", com base nisso, concluo que o pior erro é ter medo de errar e não tentar!
Podemos fracassar, é um direito nosso, o difícil é compreender e aceitar o erro, até porque, sábio é aquele que sabe o que desconhece e não aquele que diz saber tudo. Ninguém sabe tudo, tudo o que sabemos é até onde vai nossa ignorância. O amadurecimento, portanto, se dá a partir do aproveitamento e, principalmente, do aprendizado que fazemos com novas experiências! O negócio é viver, aprender, e por fim, evoluir!
Um ótimo 2009 a todos, que tenham ótimas experiências e maravilhosos aprendizados!!!
Don`t worry, be intelligent...
quarta-feira, 11 de março de 2009
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Stress, o companheiro do século!
Olá!
Acabou!ACABOU?A-C-A-B-O-U?!
Será mesmo?ou é agora que começa!?
Bom, sei lá!
Mas passou. Trabalho feito. Elogios ganhos. Auto-aceitação confirmada. Escola acabada. No técnico formada.Vaga na faculdade reservada.
Enfim, LIVRE.
Livre de tudo aquilo que ensistia me artomentar. Foram noites mal (outras nem) dormidas, brigas desnecessárias, palavras mal ditas, e todos aqueles outros sintomas, CLÁSSICOS, de stress. Que muitos dizem ser desnecessários. Porém eu não acho. Não acho que o stress seja uma coisa boa, claro que não. Mas acho que ele é necessário, para mim ao menos. Não que eu goste do sentimento e muito menos dos sintomas, mas eu preciso deles. Preciso da minha atucanação, aquela que só eu entendo, que só eu sei lidar.
Não me venham com papinhos de que "tudo vai dar certo", "relaxa", "dorme um pouco". NÃO. Eu não funciono assim. Eu preciso da pressão, eu preciso do stress, eu preciso me "matar" fazendo as coisas, caso contrário elas não têm o mesmo valor depois de realizadas. Isso está soando como masoquismo, haha, talvez seja, quem sabe?! Enfim, eu gosto do prazer de ter , sofrido para fazê-las. Um pouco contraditório?Talvez, mas é a real.
Como dizem, o stress é o mal do século. Acho que o problema não está no stress e sim nas pessoas que não sabem lidar com ele. Ele está aí, não temos como escondê-lo e muito menos esquecê-lo. Por isso, aprender a conviver com ele é imprencidível!
Agora acabei, passado o stress, passado o prazer da realização, me resta esperar para o próximo.
Quem sabe eu me estresse tentando abrir o guarda-sol, ou talvez ...
Com certeza, motivos não faltarão.
E que venha o verão!
Acabou!ACABOU?A-C-A-B-O-U?!
Será mesmo?ou é agora que começa!?
Bom, sei lá!
Mas passou. Trabalho feito. Elogios ganhos. Auto-aceitação confirmada. Escola acabada. No técnico formada.Vaga na faculdade reservada.
Enfim, LIVRE.
Livre de tudo aquilo que ensistia me artomentar. Foram noites mal (outras nem) dormidas, brigas desnecessárias, palavras mal ditas, e todos aqueles outros sintomas, CLÁSSICOS, de stress. Que muitos dizem ser desnecessários. Porém eu não acho. Não acho que o stress seja uma coisa boa, claro que não. Mas acho que ele é necessário, para mim ao menos. Não que eu goste do sentimento e muito menos dos sintomas, mas eu preciso deles. Preciso da minha atucanação, aquela que só eu entendo, que só eu sei lidar.
Não me venham com papinhos de que "tudo vai dar certo", "relaxa", "dorme um pouco". NÃO. Eu não funciono assim. Eu preciso da pressão, eu preciso do stress, eu preciso me "matar" fazendo as coisas, caso contrário elas não têm o mesmo valor depois de realizadas. Isso está soando como masoquismo, haha, talvez seja, quem sabe?! Enfim, eu gosto do prazer de ter , sofrido para fazê-las. Um pouco contraditório?Talvez, mas é a real.
Como dizem, o stress é o mal do século. Acho que o problema não está no stress e sim nas pessoas que não sabem lidar com ele. Ele está aí, não temos como escondê-lo e muito menos esquecê-lo. Por isso, aprender a conviver com ele é imprencidível!
Agora acabei, passado o stress, passado o prazer da realização, me resta esperar para o próximo.
Quem sabe eu me estresse tentando abrir o guarda-sol, ou talvez ...
Com certeza, motivos não faltarão.
E que venha o verão!
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Desabafo
Tenho até vergonha de voltar a escrever depois de sei lá eu quanto tempo ter falado que eu havia feito disso um hábito!(BULLSHIT)
Mas tudo bem...nunca é tarde!ou melhor, antes tarde do que nunca!(essas frases prontinhas por vezes ajudam haha)
O que faço hoje é um desabafo, bem particular até, e nada atípico para a época.
Quem não está LOTADÉRRIMO de coisas para fazer?Morrendo de vontade que acabe o ano, bom, talvez até tenha gente que não esteja esperando como eu estou, então melhor não generalizar!
Eu particularmente não sei por onde começar. É tanta coisa, e eu, atucanada como sou, acabo asaumentando ainda mais! São trabalhos, provas, atucanação com o vestibular, trabalho de conclusão de PP, convites...Isso dentro de casa, infurnada, tentando dar conta. O que me deixa P*&¨ é o sol lá fora indo embora lá pelas 20:ooh, os passarinhos cantando, as pessoas caminhando e eu?em casa!grh hahaha com a paciência estourando, e a tolerância a baixo de zero.
As coisas parecem tão mais difíceis quando a gente não está 100%, isso por que a gente carrega elas com uma certa negatividade. Eu sei disso, por isso falo com propriedade.
Eu sou adepta a teoria da lei da atração e ela funciona! Porém não estou conseguindo colocá-la em prática da melhor maneira possível e isso está me perturbando um pouco.
Quero que o ano acabe, que as férias cheguem e que a vida mude! Sim muita gente tem medo da mudança, eu até tenho também, mas a curiosidade é TANTA que ultrapassa o medo, a insegurança e todo aquele resto.
Bom eu sei que as coisas chegam na hora certa, meu onibus também, por isso vou agora.
Tento escrever algo mais produtivo QUANDO eu achar um tempinho para isso. PROMETO!
Beijo =D
Mas tudo bem...nunca é tarde!ou melhor, antes tarde do que nunca!(essas frases prontinhas por vezes ajudam haha)
O que faço hoje é um desabafo, bem particular até, e nada atípico para a época.
Quem não está LOTADÉRRIMO de coisas para fazer?Morrendo de vontade que acabe o ano, bom, talvez até tenha gente que não esteja esperando como eu estou, então melhor não generalizar!
Eu particularmente não sei por onde começar. É tanta coisa, e eu, atucanada como sou, acabo asaumentando ainda mais! São trabalhos, provas, atucanação com o vestibular, trabalho de conclusão de PP, convites...Isso dentro de casa, infurnada, tentando dar conta. O que me deixa P*&¨ é o sol lá fora indo embora lá pelas 20:ooh, os passarinhos cantando, as pessoas caminhando e eu?em casa!grh hahaha com a paciência estourando, e a tolerância a baixo de zero.
As coisas parecem tão mais difíceis quando a gente não está 100%, isso por que a gente carrega elas com uma certa negatividade. Eu sei disso, por isso falo com propriedade.
Eu sou adepta a teoria da lei da atração e ela funciona! Porém não estou conseguindo colocá-la em prática da melhor maneira possível e isso está me perturbando um pouco.
Quero que o ano acabe, que as férias cheguem e que a vida mude! Sim muita gente tem medo da mudança, eu até tenho também, mas a curiosidade é TANTA que ultrapassa o medo, a insegurança e todo aquele resto.
Bom eu sei que as coisas chegam na hora certa, meu onibus também, por isso vou agora.
Tento escrever algo mais produtivo QUANDO eu achar um tempinho para isso. PROMETO!
Beijo =D
domingo, 2 de novembro de 2008
Prazer, meu nome é Coisa
Serei eu loira, ruiva ou morena? Terei olhos azuis, verdes ou castanhos? Na próxima estação, usarei amarelo, vermelho ou azul? Vestido longo, calça justa ou mini-saia? O que preferem, peitos fartos, bumbum avantajado ou cintura fina? Cabelos curtos, compridos ou presos? Afinal, o que sou? O que querem de mim?
Sou exatamente aquilo que querem, ou melhor, que fazem de mim. Para os homens sou objeto de desejo, tesão e sedução. Já para as mulheres, sou inspiração, desejo e admiração. Mexo com os sentimentos, com as carências e com os sonhos mais profundos.
Lutei para que não me vissem somente como dona-de-casa, mãe de família. Queria ser vista de outra forma e, sobretudo, valorizada. Porém, acabei excedendo - me e, hoje em dia, meu papel foi vulgarizado e sou utilizada como símbolo sexual. Não encerrado, assim, o machismo, pois fui transformada, basicamente, em objeto de divertimento, de prazer, vítima do cinismo desfrutador do homem.
Infelizmente, meu corpo tem dado bom retorno, rendendo enormes somas para as empresas. Em decorrência disso, é difícil desconstruir esse posicionamento, e mais ainda, esse pensamento. Todos me vêem, nas ruas, nas revistas, na televisão, e cada vez mais, na internet. Por isso, não esquecem de mim e me procuram assiduamente.
Não tenho mais voz, e nem preciso pensar. Tudo o que tenho a fazer é estar sempre pronta, disposta a mudar e ciente de que nada é bom o suficiente. Querem sempre maiores glúteos, menores cinturas, maiores peitos, menores barrigas, enfim, criam-me e recriam-me a cada minuto à procura da perfeição.
Vivo na época do “vale tudo”, em que a ética perdeu espaço para o capitalismo. Percebo que as pessoas perderam a sua identidade e querem, a todo custo, assemelharem-se a mim. Acham que sou feliz, não sabem que o corpo foi planejado, que o sorriso foi montado e que nem tudo é o que parece ser. Não se dão conta de que, durante este processo de identificação, estão se “auto-coisificando”.
Sei que, na verdade, eu sou um retrato do que é a sociedade. Sou a tradução do neoliberalismo e do capitalismo exacerbado. Auxilio na construção de novos conceitos, na mudança comportamental. Crio efeitos persuasivos de identificação pelo conhecido e, ao mesmo tempo, chamo a atenção pelo inédito. Acabo, assim, virando prestígio social.
Meu maior desejo é que as pessoas contestem e questionem a minha construção como produto de consumo. Nem nome mais eu tenho, todos consideram –me coisa, ou qualquer adjetivo sexual.
Um dia, tive voz e lutei para conseguir espaço, agora que o tenho, perdi a voz e tenho somente o corpo. Preciso lutar por minha voz, pelos meus direitos e pela chance de não mais ser um produto, e sim, uma mulher. O que me resta descobrir é até quando posso fazer isso.
Diga-me, por favor. Qual é o meu prazo de validade?
- Claro, Coisa. Com muito prazer.
Aí, pessoal, um texto que eu escrevi e gostaria de compartilhá-lo.
Um beijo a todos, tenham uma ótima semana.
Sou exatamente aquilo que querem, ou melhor, que fazem de mim. Para os homens sou objeto de desejo, tesão e sedução. Já para as mulheres, sou inspiração, desejo e admiração. Mexo com os sentimentos, com as carências e com os sonhos mais profundos.
Lutei para que não me vissem somente como dona-de-casa, mãe de família. Queria ser vista de outra forma e, sobretudo, valorizada. Porém, acabei excedendo - me e, hoje em dia, meu papel foi vulgarizado e sou utilizada como símbolo sexual. Não encerrado, assim, o machismo, pois fui transformada, basicamente, em objeto de divertimento, de prazer, vítima do cinismo desfrutador do homem.
Infelizmente, meu corpo tem dado bom retorno, rendendo enormes somas para as empresas. Em decorrência disso, é difícil desconstruir esse posicionamento, e mais ainda, esse pensamento. Todos me vêem, nas ruas, nas revistas, na televisão, e cada vez mais, na internet. Por isso, não esquecem de mim e me procuram assiduamente.
Não tenho mais voz, e nem preciso pensar. Tudo o que tenho a fazer é estar sempre pronta, disposta a mudar e ciente de que nada é bom o suficiente. Querem sempre maiores glúteos, menores cinturas, maiores peitos, menores barrigas, enfim, criam-me e recriam-me a cada minuto à procura da perfeição.
Vivo na época do “vale tudo”, em que a ética perdeu espaço para o capitalismo. Percebo que as pessoas perderam a sua identidade e querem, a todo custo, assemelharem-se a mim. Acham que sou feliz, não sabem que o corpo foi planejado, que o sorriso foi montado e que nem tudo é o que parece ser. Não se dão conta de que, durante este processo de identificação, estão se “auto-coisificando”.
Sei que, na verdade, eu sou um retrato do que é a sociedade. Sou a tradução do neoliberalismo e do capitalismo exacerbado. Auxilio na construção de novos conceitos, na mudança comportamental. Crio efeitos persuasivos de identificação pelo conhecido e, ao mesmo tempo, chamo a atenção pelo inédito. Acabo, assim, virando prestígio social.
Meu maior desejo é que as pessoas contestem e questionem a minha construção como produto de consumo. Nem nome mais eu tenho, todos consideram –me coisa, ou qualquer adjetivo sexual.
Um dia, tive voz e lutei para conseguir espaço, agora que o tenho, perdi a voz e tenho somente o corpo. Preciso lutar por minha voz, pelos meus direitos e pela chance de não mais ser um produto, e sim, uma mulher. O que me resta descobrir é até quando posso fazer isso.
Diga-me, por favor. Qual é o meu prazo de validade?
- Claro, Coisa. Com muito prazer.
Aí, pessoal, um texto que eu escrevi e gostaria de compartilhá-lo.
Um beijo a todos, tenham uma ótima semana.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Hábitos
Acho que escrever no blog está virando um hábito para mim. Que ótimo, essa era a minha intenção desde o princípio. Mas, afinal, o que são hábitos?
Sabemos, por experiência, que o hábito facilita nossas ações, que é uma aptidão adquirida para torar as coisas mais simples ou até mais prazerosas. Boa parte das metas que procuramos alcançar são frutos de hábitos que devemos adotar. Na verdade, nós não fazemos as metas e sim as ações que nos levam a ela. Não que criar um novo hábito seja algo fácil. Leva tempo -no meu caso, levei em torno de um mês para fazer a escrita no blog tornar-se um hábito. Porém pode ser desenvolvido e é aí que nos salvamos da desmotivação. Quando estivermos fazendo - ou pensando em não fazer - o hábito, devemos pensar no resultado que queremos atingir. Assim estaremos motivados e menos suscetíveis à desistência.
Porém não podemos confundir e nem deixar que os hábitos virem rotinas. Devemos ter o hábito de controlarmos nossos hábitos, livrando-os assim de virarem rotina e, conseqüentemente, de serem ameaças perigosas. Pois na minha concepção - posso estar errada - a rotina me lembra algo monótono e indesejável, enquanto o hábito, parece ser algo agradável e prazeroso. Quando incluimos o desafio como parte de um hábito, nós automaticamente adicionamos um elemento que nos permite obter mais prazer da atividade e isso é ativado pelo sistema de recompensas. Um hábito é uma atividade praticada mais de uma vez e é na repetição que descobrimos os prazeres. " Não é na novidade mas no hábito que descobrimos os maiores prazeres." ( Raymond Radiguet)
Descobri o prazer de ter um blog depois das repetidas vezes que escrevi. Acredito eu que consegui fazer disso um hábito. Resta agora, preservá-lo.
" Fazer o bem deve ser uma rotina até que se torne um hábito para poder se tornar uma virtude." ( André Neves )
Beijos.
Sabemos, por experiência, que o hábito facilita nossas ações, que é uma aptidão adquirida para torar as coisas mais simples ou até mais prazerosas. Boa parte das metas que procuramos alcançar são frutos de hábitos que devemos adotar. Na verdade, nós não fazemos as metas e sim as ações que nos levam a ela. Não que criar um novo hábito seja algo fácil. Leva tempo -no meu caso, levei em torno de um mês para fazer a escrita no blog tornar-se um hábito. Porém pode ser desenvolvido e é aí que nos salvamos da desmotivação. Quando estivermos fazendo - ou pensando em não fazer - o hábito, devemos pensar no resultado que queremos atingir. Assim estaremos motivados e menos suscetíveis à desistência.
Porém não podemos confundir e nem deixar que os hábitos virem rotinas. Devemos ter o hábito de controlarmos nossos hábitos, livrando-os assim de virarem rotina e, conseqüentemente, de serem ameaças perigosas. Pois na minha concepção - posso estar errada - a rotina me lembra algo monótono e indesejável, enquanto o hábito, parece ser algo agradável e prazeroso. Quando incluimos o desafio como parte de um hábito, nós automaticamente adicionamos um elemento que nos permite obter mais prazer da atividade e isso é ativado pelo sistema de recompensas. Um hábito é uma atividade praticada mais de uma vez e é na repetição que descobrimos os prazeres. " Não é na novidade mas no hábito que descobrimos os maiores prazeres." ( Raymond Radiguet)
Descobri o prazer de ter um blog depois das repetidas vezes que escrevi. Acredito eu que consegui fazer disso um hábito. Resta agora, preservá-lo.
" Fazer o bem deve ser uma rotina até que se torne um hábito para poder se tornar uma virtude." ( André Neves )
Beijos.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
O melhor que possa ser
Durante o nosso dia-a-dia, nos deparamos com tantas diferenças. As pessoas são diferentes, as cores são diferentes, os sentimentos são diferentes...Chegamos a conclusão de que, na realidade, nada é igual.
Tendo como partida essas diferenças, escrevo hoje sobre o sucesso.
Por que somente algumas pessoas atingem o sucesso nas suas atividades? Ou melhor, por que não o atingem? Acredito eu, que o sucesso acompanha, principalmente, aqueles que estão voltados ao futuro, à inovação e à criatividade. Aqueles que são impacientes com a rotina, que estão dispostos a mudar, que estão abertos às necessidades e às oportunidades. Aqueles que não temem o novo, e por fim, aqueles que procuram - e acham- soluções para as suas dificuldades.
O sucesso, nada mais é do que uma resposta do nosso auto conhecimento. Não adianta querer fazer tudo e ser "alguém", sem conhecer nossos potenciais, nossas limitações e, primordialmente, identificar nossos interesses e aptidões. Precisamos nos conhecer, encontrar o nosso "eu" e então, fazer e ser o melhor que pudermos.
É óbvio que não atingiremos o sucesso, "apenas" nos conhecendo. Para que ele venha à tona, precisamos ter - e ter muita, repito, muita - determinação. Aí entra a dedicação, que é a capacidade de se entregar à realização de um objetivo. Ningéum progride sentado no sofá. Dedicação muitas vezes pode ser sinônimo de sacrifício, e é. Muitos podem fazer as mesmas coisas, ter as mesmas oportunidades, porém precisamos de resultados diferentes da maioria e para isso, precisamos ser especiais. Não podemos, jamais, nos comparar aos outros e sim à nós mesmos. Niguém é melhor do que ninguém, devemos ser - sempre - o melhor que pudermos. Devemos sonhar e não nos iludir, pois o sonho impulsiona as pessoas, aponta objetivos e desperta a dedicação, enquanto a ilusão, não nos tira de lugar algum, e sim abastece nosso fracasso.
A vida é cheia de desafios, de obstáculos, porém o que, realmente, difere o sucesso das pessoas é a maneira que elas encontram de superar suas dificuldades e ultrapassar seus desafios.
Por isso, não seja como todos. Seja você e procure sempre ser o melhor, o melhor que possa ser.
Beijão.
Tendo como partida essas diferenças, escrevo hoje sobre o sucesso.
Por que somente algumas pessoas atingem o sucesso nas suas atividades? Ou melhor, por que não o atingem? Acredito eu, que o sucesso acompanha, principalmente, aqueles que estão voltados ao futuro, à inovação e à criatividade. Aqueles que são impacientes com a rotina, que estão dispostos a mudar, que estão abertos às necessidades e às oportunidades. Aqueles que não temem o novo, e por fim, aqueles que procuram - e acham- soluções para as suas dificuldades.
O sucesso, nada mais é do que uma resposta do nosso auto conhecimento. Não adianta querer fazer tudo e ser "alguém", sem conhecer nossos potenciais, nossas limitações e, primordialmente, identificar nossos interesses e aptidões. Precisamos nos conhecer, encontrar o nosso "eu" e então, fazer e ser o melhor que pudermos.
É óbvio que não atingiremos o sucesso, "apenas" nos conhecendo. Para que ele venha à tona, precisamos ter - e ter muita, repito, muita - determinação. Aí entra a dedicação, que é a capacidade de se entregar à realização de um objetivo. Ningéum progride sentado no sofá. Dedicação muitas vezes pode ser sinônimo de sacrifício, e é. Muitos podem fazer as mesmas coisas, ter as mesmas oportunidades, porém precisamos de resultados diferentes da maioria e para isso, precisamos ser especiais. Não podemos, jamais, nos comparar aos outros e sim à nós mesmos. Niguém é melhor do que ninguém, devemos ser - sempre - o melhor que pudermos. Devemos sonhar e não nos iludir, pois o sonho impulsiona as pessoas, aponta objetivos e desperta a dedicação, enquanto a ilusão, não nos tira de lugar algum, e sim abastece nosso fracasso.
A vida é cheia de desafios, de obstáculos, porém o que, realmente, difere o sucesso das pessoas é a maneira que elas encontram de superar suas dificuldades e ultrapassar seus desafios.
Por isso, não seja como todos. Seja você e procure sempre ser o melhor, o melhor que possa ser.
Beijão.
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